
A menos que você venha a ser o grande vencedor da mega da virada 2018, no último dia deste ano, 2019 tende a ser um ano bem complicado. O país escolheu dar uma guinada à direita extrema e muita coisa vai mudar. O novo governo já anunciou grande parte de seu ministério e todo mundo terá que se adaptar às mudanças que virão.
Muitas perguntas foram feitas durante o painel “O que esperar do Brasil em 2019”, ocorrido no evento Festival de Inovação e Cultura Empreendedora (FICE 2018), na cidade de São Paulo, agora no começo de dezembro. Pensar o futuro do país, sem ter certeza do que o novo governo vai implementar é um pouco difícil, mas é preciso tentar entender.
Alguns especialistas acreditam que será muito complicado conseguir aprovar todos os pontos de uma possível reforma da previdência. O mais provável é que apenas parte dela consiga passar na Câmara e Senado, fazendo com que apenas parte do problema previdenciário seja sanado.
O futuro ministro da fazenda, Paulo Guedes, considera fundamental uma reforma neste setor para que suas ideias para a economia consigam obter o sucesso desejado e a crise econômica pela qual o país atravessa já há quase 3 anos seja derrotada.
A economia crescendo menos de 2,5% ao ano faz com que menos investimentos externos sejam direcionados ao país, mesmo com o desemprego caindo devagar e a inflação sendo controlada. Outros países emergentes se mostram mais atraentes, com índices mais satisfatórios.
Se o Brasil continuar neste ritmo de 2018, somente em 2022, aproximadamente, ele vai começar a navegar em mares tranqüilos, o que sacrificaria demais a população – a classe média, em especial – e as pequenas empresas.
Apesar de tudo, o mercado encontra-se otimista, pensando no futuro. O novo governo precisaria demonstrar logo nos primeiros meses, uma agenda liberal propositiva e deve tentar aprovar rapidamente todas as mudanças que fariam o país voltar a crescer. Resta esperar para ver se consegue.


























